quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Incógnita subversiva

As palavras às vezes são tão difíceis para quem tem pouco a dizer e muito a sentir.
Estas por exemplo, podem não ser as mais bonitas, mas foram escritas com o coração e a alma.
O amor é um fogo que arde sem ver, afoga a mente e é de tal intensidade que sobrepõe a lucidez e a razão.
Tudo em ti me fascina, o teu olhar, o teu sorriso, uma palavra; mas estar contigo, vai além do que estar no céu, atravessa os mundos e o infinito.
Parece estranho como tudo acontece, alguém invade nossa vida, nossa alma, e de repente se transforma no sol, na lua, no carinho e no coração, que bate em sua razão.
Teu corpo me acalma e me conforta, teu rosto quente me eleva.
Sentimento ardente? Amor platônico? Força, intensidade, aflição... carinho. Quero isso e muito mais, quero sentir a força do teu abraço, o calor do teu coração, a loucura da tua mente, a paixão na tua alma.
O teu beijo é como o mais doce mel, o mais puro vicio, a mais inocente loucura, o mais insano dos sonhos.
Aos meus olhos tu és uma Deusa, aos meus ouvidos, a mais ardente ternura, ao meu coração, a minha vida.
Talvez seja sempre... parece pouco ainda, mas já cega, cala, dói...
Quando estou longe de ti, queria apenas dormir para poder sonhar que estou ao teu lado e quando acordar, sentir o doce afago da tua mão e o calor do teu corpo.
Longe de ti, uma saudade ardente me consome, vela minha alma e me condena ao meu ser, o deixa em brasa.
Às vezes é tão difícil dizer “te amo”, mas quando os olhos se cruzam e os lábios se tocam, as palavras não são mais necessárias...

sábado, 22 de janeiro de 2011

É você

Que me faz continuar,
que me dá uma nova perspectiva ao acordar,
que faz realmente o copo parecer meio cheio.
A cada passo, a cada olhar, a cada sonho...
Meu maior desejo, a tua presença,
teu sorriso idiota e teus olhos furtivos,
cada gesto e cada toque.
Tudo isso que tanto me envolve,
nem sequer lembro de como era a minha vida sem ti,
lembro apenas daquele vazio.
Não sei o que acontece com o lápis,
que me conduz a palavras tão doces,
quando o que eu mais quero é provar que posso partir no verão,
e aquela ira que me invade,
em palavras não se converte, se inverte,
e me faz dizer por mais de uma vez,
o quanto te amo e que não vivo sem ti...
Quando tenho uma vontade louca de falar-te sobre ciúmes e dores,
aparece você, e tudo isso cai por terra do mesmo jeito que surgiu,
em poucas palavras,
   é o teu cheiro que me acalma quando eu quero te matar...
amar-te-ei até que eu mesma não mais exista...

Pesadelos - II

Não vou descrever o pesadelo desta noite, seria só copiar o da noite anterior. A diferença é que eu acordei quando deceparam minha mão esquerda.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

voy muriendo

No te pasa que perdés el corazón
y te falta el aire?
No te pasa que te duele hasta el dolor
y no queda nadie?

Y no me hace bien
ya no me hace bien extrañarte
y no me hace bien
no sé como hacer para olvidarte

Voy muriendo de a poco
voy buscando mis ojos
voy quemando tus fotos
cada hora que pasa
cada beso que se atrasa

Me mata, me saca, no quiero sin vos
me mata, me saca, no puedo...

Pesadelos - I

Ela estava lá parada. Tinha apenas 15 minutos para chegar em um lugar que ela não sabia onde ficava. Olhava o relógio, tamborilava os dedos, roía os dedos.
O trem chegou, mas parecia estranho dessa vez. Ao seu lado sentou-se seu melhor amigo nas duas primeiras cadeiras do vagão. Cumprimentos e "olás" forçados. Ela estava nervosa e atrasada, mas sabia que havia algo errado daquela vez. O trem partiu aos solavancos, mais rápido que o normal. Todos fecharam os olhos, derrepente estavam à centímetros dos trilhos e no escuro. Todo o metal e o vidro havia sumido. Só os acentos dos quais não conseguiam se levantar, e nem se encorajariam a tal coisa.
Um túnel escuro e aparovante à frente. Teias de aranha que tocavam em seu rosto. Ela odiava aranhas. Disse pro seu amigo que estava ao lado para proteger o rosto com os braços. Ela conseguia enxergar apenas algumas luzes bruxuleantes ao redor, enquanto o trem fazia curvas e caía, subia e andava cada vez mais rápido.
Apenas uma reta e velocidade. A voz débil anunciou: "O passageiro da poltrona 14 deve desembarcar imediatamente". O coitado estava desesperado, olhava para os lados e para a plataforma e se perguntava como desembarcaria àquela velocidade.
Ela sabia o que aquilo significava no seu íntimo. Ele morreria, sem dúvidas. Achou uma pena, era um garoto bonito.
Dois segundos mais tarde um portão de metal apareceu à frente. Num impulso ela esticou as pernas e eles atravessaram o metal sem maiores problemas. A não ser o desgraçado da poltrona 14 que foi decapitado.
Ela sabia que eram testes. Ela deveria protegê-los, então seria a líder daquilo. Mas por quê?
Sentiu pena da garota da cadeira 13, ela gritava horrorizada coberta de sangue com um cadáver sem cabeça ao seu lado. Aquilo a irritava profundamente.
"Se você quiser continuar viva é melhor calar a boca vadia!"
A velocidade parecia ter ficado constante e pular para uma das plataformas era impossível.
Mais uma barreira. Desta vez de madeira. Ela começou a soquear com todas as forças a parede assim que o "trem" parou bruscamente. O amigo ao seu lado fez o mesmo. Assim que abriram um buraco grande o suficiente puderam prosseguir.
Agora andavam devagar, parecia que era necessário observar o lugar mal iluminado e entulhado de coisas. Mandou que apanhassem qualquer coisa que parecesse útil.
Barras de ferro e pés de cabra pareciam a arma mais poderosa que tinham.
Não haviam mais obstáculos à medida que prosseguiam. Apenas cenas de horror. A maioria das garotas fechavam os olhos. Pessoas penduradas pela pele em ganchos à cantos, cadáveres aos pedaços iluminados por tochas nas plataformas.
Olhou para trás e as cadeiras 5, 8 e 13 haviam desaparecido. Pensou que talvez tivessem sido engolidos pelo próprio medo.
Não tinham coragem de pensar no que estava acontecendo, muito menos falar o que quer que fosse.
Caíram em uma fenda que parecia não ter fim. Muitos se machucaram na queda, e ela notou que eram apenas 8 lá em baixo agora. Era um jogo de sobrevivência. Uma voz firme e grave anunciou para que jogassem os celulares e qualquer outro eletrônico dentro de uma caixa em um canto.
Foram encaminhados à uma sala com oito cadeiras pré-determinadas. Roupas limpas e um quarto os esperavam. Foram proibidos de fazer perguntas e de se dirigir a qualquer um lá dentro.
No que parecia ser o dia seguinte, tiveram que responder a perguntas sobre eles e a questões de conhecimento. Aquilo parecia importante. Cada um deles tentava demonstrar ao máximo o que sabia a respeito de determinada área. E cada um deles era especialista em algo ali dentro.
Perceberam que tinham de ficar juntos, ou morreriam. Planos de fuga eram descartados a cada minuto, visto que mesmo que se livrassem daqueles guardas seria impossível lembrar o caminho de volta. Era realmente um pesadelo.
O perfil de cada um era escolhido, e de alguma forma eram levados àquele lugar. Ela pensou que havia se atrasado aquele dia. E o seu amigo disse que recebeu uma ligação dela para se encontrarem na estação àquela hora.
Ela começou a prestar atenção em inscrições nas paredes e no chão. Ela já havia estudado alguns daqueles caracteres, e tinha um conhecimento amplo em línguas. Cada objeto, cada pedaço do lugar estava repleto de códigos e sistemas secretos.
No quarto de paredes de pedras empoeiradas que lhe foi destinado, além dos muitos livros, plantas e desenhos, uma cadeira e uma mesa de madeira robusta e escura, encontrou uma pedra que seguindo uma sequência de movimentos abria um compartimento secreto. Guardou lá a carta que levava no bolso.
Apenas três dias se haviam passado, ela contava com a luz que entrava no grande salão ao meio dia, já que noções de tempo foram completamente perdidas.
Estavam perdendo também a razão. Alice, uma garota magricela com mechas vermelhas no cabelo, falava delirando que devia descobrir como Merlin entrou no inferno sem ser visto por Hades. Aquilo era loucura.
Sua raiva era tanta dentro daquele lugar, sem ter nenhum contato com o resto do mundo, embora essa clausura fosse o que ela desejava lá em cima.
Estavam sendo drogados por aquele lugar. Ela estava arrancando pedaços da própria pele com os dentes.
Não aguentava mais o frio e a loucura. Quando seus dentes cravaram-se no braço do seu amigo arrancando um naco de carne, ela sentiu o gosto doce do sangue em sua boca.
Ouviu então a música assustadora. Abriu os olhos, seu celular estava tocando. Ela estava em sua cama, eram 8 horas da manhã. Estava segura.
Pelo menos até a próxima noite.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Niemand ...

Espere, até o tempo ir embora
Então eu quero te ver de novo
Espere, até a noite começar
Eu posso ficar com você de novo

Eu sei que você está só
Então eu posso te procurar
Nada mais poderá ficar entre nós

Ninguém além de mim sabe o que você sente
Eu nunca te deixarei
Ninguém além de mim sabe o que você quer
Eu nunca te deixarei
Ninguém além de mim sabe o que você é
Eu nunca te deixarei ir ...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Eu peço

Peço vida e sanidade,
peço amor sem saudade
peço um abraço apertado
uma aperto de mão

Eu peço.
Carinho e reconhecimento,
amor e planejamento
teu rosto no meu
teu cheiro aqui.

Eu peço.
você em mim,
teus olhos nos meus.
uma bela lua para iluminar
e tua voz ouvir, apenas a cantar

Eu te peço,
volta,
vem me amar.
Esqueça o que já passou,
aceita os meus beijos
abraça o meu corpo
e deixa-me te desejar.

Eu espero.
Como quem já não tem outra saída,
teu olhar passar, e ficar.
Teu cheiro sentir sempre,
e o teu sorriso despertar.

Eu espero,
mais para a frente
apenas poder olhar e dizer:
valeu a pena esperar!


Texto de Diana Beluzzo

sábado, 15 de janeiro de 2011

Soneto do ódio menor

Queria dizer sinceramente o quanto te odeio
O quanto não suporto cada uma das tuas manias
Mas também que não vivo sem isso todos os dias
Que é por ti que me perco em devaneios.

Que eu odeio quando você encosta em mim
Quando tua pele fica rente à minha
Que antes de ti nem estrada eu tinha
E que eu odeio te amar tanto assim.

Porque me faz falta a tua presença
Vejo teus olhos cerrados brilhando
E cai aquela lágrima de desavença.

Teu perdão não peço mais meu bem
Trago o meu olhar e todo o ódio que sentia
Se vai, do mesmo jeito que ele vem.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Alimentando as mentes vazias

E recomeça a palhaçada mais uma vez. Minha indignação hoje se refere ao grande lixo industrial e alienante que é o Big Brother Brasil. É absurdo pra mim como as pessoas perdem o seu tempo sentando-se em frente a TV pra assistir isso.
De início parecia interessante, isso a 10 ou 11 anos atrás. Como se comportariam pessoas desconhecidas na empolgante luta por uma quantia de dinheiro. Mas até aí nenhuma grande novidade.
Analisando os aspectos comportamentais seria de fato bem interessante, mas o que se vê são pessoas bonitas e fúteis, que entram no "perfil" que mais uma vez o povo exige. É sempre o mesmo enredo, os mesmos personagens.
E há quem diga que BBB é a novela da vida real. E há quem chame os participantes de guerreiros. E claro, há quem assassine os próprios pais e há quem abuse de crianças. Coisas corriqueiras.
O fato é que esta porcaria que toma conta da "maior" emissora brasileira ainda por cima foi copiada. O que mais uma vez mostra o que está acontecendo com a cultura do brasileiro.
Seria utopia acreditar que as pessoas prefeririam ler um livro do que assistir a essas vulgaridades. O brasileiro está jogando sua cultura no lixo.
Hoje estreia mais um Big Brother! E as pessoas estão ansiosas e curiosas. Lamentável.
Estão sendo mais uma vez abocanhados por uma cultura importada e fútil.
Essa merda que a TV brasileira tanto exalta está pondo na mente das pessoas que são as "esperanças" da nação que elas tem de trapacear e ser mais bonitas e atraentes quanto for possível. E pensam assim não só crianças e adolescentes, adultos que tem uma noção básica de moral, ética e a puta-que-pariu estão mostrando o quanto são fracas diante de tudo que lhes é empurrado olhos e garganta abaixo.
Cada um sabe o que faz, assim eu espero.
E a sociedade continua afundando com suas ideias consumistas e fúteis.
Mas faço apenas mais um pedido de alguém desesperado, não se deixem levar por tudo isso.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Pão e Circo

O que vemos hoje na televisão aberta brasileira ultrapassa o limite da indignação. Não só na televisão, mas jornais, Internet e todos os meios de comunicação.
O formato dos telejornais na maioria dos canais abertos é o mesmo. Um idiota que grita e fala palavrões, tentando ao máximo "mostrar o que o povo gosta". Barracos, acidentes, violência, catástrofes. E é isso bem ao fundo que o povão quer.
Além de ser injusto se comparados a outros tipos de notícias, ver um cadáver ao meio-dia tornou-se comum. A imparcialidade dos meios televisivos está se perdendo.
Jornalismo verdade. Até que ponto?
Sem contar é claro, com a massante enxurrada de notícias em cima de um mesmo assunto por horas a fio.
Morreu a facadas, tiros, uma bomba. OK. Entendi.
Mas o fato é que a violência em todo e qualquer nível que condenamos, nos está engolindo.
E não é questão de encobrir os fatos. Só acho que a televisão deveria ser mais coerente. Assim como todos os outros meios de comunicação.
De repente se tornou comum um cadáver ofuscar uma vida salva.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

19 de março de 2009

Qual a real finalidade de nossa existência bêbada e nojenta? A cada dia sombrio e sôfrego acredito que trata-se de uma sobrevivência a punhaladas pelas costas, fracassos e desassossegos. É aquele parente que a gente evita beijar.
É como se a índole das pessoas não passasse de ideias gastas e lanosas. Não passamos de um monte de carne no meio de um lixão, tentando desesperadamente salvar algo que preste, tentando provar para si mesmo que algum dia todo o sofrimento pelo qual passamos vai se transformar em recompensa.
Não falo como um mero espectador e sim como alguém que tenta fugir disso. Talvez por pensar que esteja louco por haver aceitado e fingido compreender essa realidade.
Alguém que fala sem pensar se assemelha ao caçador que atira sem apontar. É um grande desafio para o homem saber exatamente o que falar sem parecer mais um discurso ensaiado.
É loucura aceitar todo o lixo que nos empurram diariamente. Programas de televisão que são uma hipocrisia sem fim. As notícias a cada dia alimentando o pão e circo que nos exercem. Até quando aceitaremos isso?
E o vento vai varrer o que comemos nas preguiçosas e sujas ruelas de nossas almas.
É tudo apenas um abismo onde caímos todas as vezes que tropeçamos em nossas angústias e medos.
Acordem.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Vil tentativa

Em meio a sombras e silêncios
Ouço apenas o que o seu coração quer me dizer
Mas não entendo.
Como frias mãos e braços,
Vem a noite e seu temor no abraço.
Lembro de ti por instantes intermináveis,
e quando me dou por conta a manhã aplaca a janela de vidros quebrados.
Vem o sol e queima meus olhos, vem você com todo o seu brilho e me cega.
Prefiro me manter a cantos recolhido a meus pensamentos e loucos devaneios
do que estar só e confuso entre multidões.
Lembro também de um passado que não é meu
e da dor que inflama meu peito e minhas carnes,
e o marasmo do fim das tristes tardes,
traz a as cores e a luz âmbar do sol que se vai.
E como triste também é a vida do Sol...



















Tão só e tão incompreendido, tão mal interpretado.
Em meus cânticos anteriores a Lua era meu desejo,
Agora ao Sol eu saúdo.
Este belo amor...
O Sol com sou brilho, calor e força.
E eu. Eu Lua. Eu só e fria.
Somos nós dois assim,
e o mundo não nos vê como gostaríamos.
Vivemos nossa cruel sina da distância.
Temos pouco tempo até o Apocalipse.
E é este o tempo que precisamos para sermos felizes.
Sei que você pode não entender o que sinto,
e que pareço por vezes louco falando assim.
Sentimentos foram feitos para serem apreciados e desfrutados.
Não vendidos, não consumidos, não desperdiçados.
Como uma garrafa de um grande vinho.
Meu resto de consciência ainda insana não permite que fale tudo o que quero.
Um dia ainda tomo coragem. Mas isso machucaria.
Mas enfim, não quero dizer nada. São só palavras vazias de uma tarde igual.
Nada que faça quebrar o coração humano. Engraçado não ?
É. A loucura é só um emaranhado de coisas, e quem sabe isso não seja real.
E é derrepente comprar uma carta de euforia. haha'
E o cansaço que deixa em carnes os pés, e o suor que cega aos ouvidos.
Porque não ver o teu cheiro ?
E eu o vejo dançar em mim, vejo o que ele me causa.

E quem ainda não encontrou um sentido pra seguir ??

Por Rodrigo S. C.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

o que faz meu mundo girar

"Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados. Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa."

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 1 de janeiro de 2011

Fatos - I

Logo às primeiras horas deste ano, fatos estranhos acorreram comigo. Pra variar. Senti minha conexão com os outros planos espirituais mais forte do que ela jamais esteve. Acho que os exercícios de reflexão e de alinhamento de chakras me auxiliaram neste sentido.
Esta conexão proporcionou uma coisa que eu achei não estar preparada ainda. Meu chakra de laringe estava com problemas nestes últimos dias de 2010, e foi estranho como as dores de garganta e seguidas tosses que eu tinha desapareceram apenas com a expressão de sentimentos e da comunicação, já que este chakra concentra justamente esta capacidade.

A comunicação que aconteceu, me levou a estas palavras. Sei que elas não são minhas, mas são de uma pureza incrível. Para aqueles que são descrentes de si mesmos e do Ser Superior, eu sugiro que nem terminem de ler isto.

"Não quero que chorem pela minha partida. Quero que se lembrem que minha jornada chegou ao seu propósito final. Cada pessoa que conheci e cada palavra que proferi, mesmo sem querer, esteve de acordo com o que o Criador quis. Meu amor pelas pessoas ao meu redor foi o que me manteve vivo muitas vezes. Minha busca esteve cheia de tropeços e escaladas difíceis, mas hoje eu volto para um plano onde esse aprendizado será a base de minha existência. Quero dizer que tudo que é feito com um propósito maior vale a pena. Estas encarnações terrenas são apenas parte de uma caminhada espiritual milenar que não se pode deixar desviar por desejos humanos e materiais, embora estejamos expostos a isso diariamente neste plano. Minha missão em partes foi deixar plantada a semente da busca individual de elevação e eu espero que como um Espírito de sorte, por ter vivido em um meio tão fraterno e amoroso, que minhas palavras não tenham sido em vão. Espero que o Ser Superior guie cada Aura em sua própria busca e que as energias se alinhem a favor daquele que indagar e trazer um novo modo de ver o mundo. Que o Ser Superior ajude a todos onde houver busca pela Paz e pela harmonia. Que cada um saiba de seu propósito e que o busque, só assim todos teremos paz interior, pois sabemos hoje que é impossível consertar o mundo sem consertar o Ser Humano. Conserte a si mesmo. Achilles"